“Sou quem sempre chega mais tarde”, o filósofo disse no poema e assim o fez na entrevista. Paulo Eduardo da Rocha escreveu a frase que, preciso confessar, já tomei como minha também. Quando chegamos ao refúgio do artista, um sobrado de uma rua tranquila de São Borja, fomos recebidos pela simpática mãe do autor de “Poeticamente Modificado”.
