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24 de set. de 2012

Ele não é de Barcelona

Nycolas Ribeiro

Emanuel Lundgren
“Eu sou de Barcelona”, dizia constantemente o Manuel, personagem evidentemente espanhol da sitcom Fawlty Towers. Ele era garçom do hotel que leva o nome da série britânica da década de 70 e divertia o público com seu bigode avantajado e um inglês confuso. No verão de 2005, alguns amigos do sueco Emanuel Lundgren faziam piadas com o nome do amigo e o do personagem de Fawlty Towers. Atualmente, com um bigode parecido, exceto pela coloração ruiva, Emanuel lidera o coletivo I’m From Barcelona, batizado pelo bordão do garçom Manuel.

15 de set. de 2012

Da paixão pela mesma garota ao indie pop

Nycolas Ribeiro

Nunca se sabe o que esperar dos discursos eliminatórios de Pedro Bial em um Paredão do Big Brother Brasil, exceto divagações homéricas e a finalização da fala com a chamada: vem ser (insira aqui algum adjetivo ou substantivo) aqui fora! Os niteroienses da banda Tereza dizem que foram eliminados de outra “competição”. “Tem muitas bandas com um som similar ao nosso que parte pra composições em inglês e se arriscam na gringa. Quando fundamos a banda decidimos escrever apenas em português, apesar de ser complicado para o gênero”, explica a banda, em entrevista exclusiva para a Tudo, sobre o significado e várias interpretações do título álbum de estreia 'Vem Ser Artista Aqui Fora'. 

13 de set. de 2012

Tirinhas digitais: uma conversa com Adriano Kitani

Renan Guerra

Nos anos 80, a revista Chiclete com Banana era um dos espaços mais interessantes para os quadrinhos nacionais, foi lá que personagens como Wood & Stock, Rê Bordosa, Bob Cuspe e Os Skrotinhos se consagraram.  A publicação durou até 1995, mas não pense que as HQs voltaram a ocupar apenas aqueles pequenos espaços nas páginas de jornais, pois, a partir dos anos 2000, estamos vendo um novo espaço sendo utilizado por elas: a internet. Ou vai dizer que nenhum de seus contatos de Facebook compartilhou alguma tirinha?

8 de set. de 2012

A simplicidade de Transmissor

Phillipp Gripp


Quem nunca teve ou conheceu alguém com vontade de ter uma banda? Seja pela fama ou pelo dinheiro. Mas e por amor? Você já conheceu alguém que sonhou em ter uma banda com o intuito de ficar perto de quem se gosta? A banda Transmissor “é a forma que um bando de amigos chegando aos trinta anos encontrou para continuarem se reunindo com frequência”, como explica um dos vocalistas, Leonardo Marques, no site deles. E esse amor é perceptível pela harmonia entre a banda mineira em qualquer música de seus dois álbuns ('Sociedade do Crivo Mútuo' – 2009 – e 'Nacional' – 2011). Foi como unir o útil ao agradável, já que, como explica Leo, em entrevista para a Tudo & Etc, “Todos vivemos e respiramos música o tempo inteiro”.

4 de set. de 2012

Candy Mel fala sobre as músicas de Motel

Nycolas Ribeiro

Nos bastidores da pré-entrevista – mesmo que por telefone – fiz minha “lição de casa” e pesquisei tudo sobre o álbum 'Motel' dos goianos da Banda UÓ. Preparei um roteiro de perguntas e liguei para Candy Mel. Simpática, a integrante da banda pediu para eu retornar depois de cinco minutos. Preocupado em não deixar alguma pergunta importante de fora, aproveitei o tempo para revisar os rabiscos na folha A4. Na segunda chamada, Mel avisou que estava pronta para a conversa, de banho tomado. Após 8 minutos de entrevista, percebi que em nenhum momento recorri às perguntas do papel pardo em cima da mesa.

3 de jul. de 2012

Das páginas às telas

Renan Guerra, Tamara Finardi e Tati Bernardo

As adaptações de obras literárias nacionais para o cinema

“Meu livro preferido será adaptado pa-ra o cinema. Se-rá uma versão fiel da história? Qual atriz será a protagonista? Esse diretor é confiável?” Todos nos perguntamos isso, seja você um fã de Crepúsculo, de Sthepen Meyer, ou de Dom Casmurro, de Machado de Assis. Criamos laços com a obra e a adaptação para o cinema pode destruir aquele imaginário perfeito que criamos ao ler. Ao mesmo tempo, um público ainda maior conhecerá aquela história, mesmo que às vezes ela esteja um pouco (ou muito) distorcida.

4 de nov. de 2011

Juremir Machado e as Vozes da Legalidade

Manuella Sampaio


Pura história. Dos pequenos acontecimentos até os mais célebres, da grande história até as desconhecidas. Homens que evitaram bombardeios e tragédias, heróis anônimos que vêm a público através de um livro de resgate histórico, prendendo o leitor do início ao fim.

De Itagiba a Leonel Brizola, assim começa a história que marcou os rumos da política no Brasil e despertou instintos de luta pela democracia em tantos gaúchos. Juremir é jornalista, escritor, sociólogo, historiador, tradutor e professor da Faculdade de Comunicação da PUCRS. Sua última obra contempla um dos maiores movimentos populares do Brasil, a campanha da Legalidade. O livro conta detalhes dessa história que já sabemos o desfecho, mas se torna inédita para o leitor.