Elizabeth Olsen é o que de melhor a família Olsen pode oferecer ao cinema. Se por um lado as irmãs Mary-Kate e Ashley desistiram da carreira no cinema (sejamos realistas: nos inúmeros filmes nos quais elas viajaram pelo mundo, podemos salvar uns três ou quatro que possuem dignidade, os outros são apenas passatempo para uma sessão da tarde em dias muito monótonos), por outro, surge Elizabeth, que se mostra uma estrela em ascensão no cinema hollywoodiano. Olsen tem pouco mais que cinco filmes no currículo (e mais uma penca em pré/pós produção), mas já prova que é uma pérola no meio do cinema americano. Ouso até a dizer que não tínhamos nada tão interessante desde Natalie Portman (deixo a Chloe Moretz para mais adiante, ela ainda está muito nova).
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2 de set. de 2013
Por que devemos amar Elizabeth Olsen?
Elizabeth Olsen é o que de melhor a família Olsen pode oferecer ao cinema. Se por um lado as irmãs Mary-Kate e Ashley desistiram da carreira no cinema (sejamos realistas: nos inúmeros filmes nos quais elas viajaram pelo mundo, podemos salvar uns três ou quatro que possuem dignidade, os outros são apenas passatempo para uma sessão da tarde em dias muito monótonos), por outro, surge Elizabeth, que se mostra uma estrela em ascensão no cinema hollywoodiano. Olsen tem pouco mais que cinco filmes no currículo (e mais uma penca em pré/pós produção), mas já prova que é uma pérola no meio do cinema americano. Ouso até a dizer que não tínhamos nada tão interessante desde Natalie Portman (deixo a Chloe Moretz para mais adiante, ela ainda está muito nova).
30 de mar. de 2013
Clássicos do cinema em letreiros de neon
Renan Guerra
O ilustrador e animador Michael Whaite (a.k.a. Mr.Whaite) é um aficionado por letreiros em neon e resolveu transformar grandes clássicos do cinema em incríveis letreiros, daqueles que encontraríamos espalhados por Las Vegas. O neon sempre foi utilizado como uma forma de publicidade que mesclava arte, simplicidade e, também, arquitetura, uma vez que ficava inserido no cotidiano urbano. Em Las Vegas, por exemplo, há até mesmo um museu que reúne as peças clássicas da cidade. Mr. Whaite, um inglês de Manchester, usa de uma ideia simples e de momentos marcantes dos longas, para criar cartazes em forma de gifs que são muito legais. Veja alguns deles abaixo e conheça outros trabalhos no site.
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| Mr. Whaite |
3 de mar. de 2013
O Oscar é a nossa Copa Libertadores da América
Nycolas Ribeiro
Nunca tive muita intimidade com esportes, nem para praticá-los e muito menos para acompanhá-los. Alguns eu simplesmente não entendo o apelo, em especial o futebol: para mim, é incompreensível como 22 homens em campo correndo atrás de uma bola possa gerar tamanha paixão em uma torcida que berra e chora por suas conquistas e derrotas.
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| Foto: Renan Guerra |
1 de mar. de 2013
Trans/Arte?
Sofia Silva
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| Cartaz do filme "Ruby Sparks" |
3 de fev. de 2013
Minha babel cinematográfica
Renan Guerra
Há quatro anos adotei uma postura de vida: nada de filmes
dublados. Às vezes abro concessões apenas para algumas animações, pois as do
diretor Sylvain Chomet, por exemplo, só com o áudio original. Com isso,
privei-me de filmes na TV aberta, exceto pelas clássicas reprises de “A Família
Buscapé”, já que a dublagem é parte da memória afetiva que tenho com o filme.
Parece, porém, que nado contra a maré, pois a TV Cultura, por exemplo, que até
um ano atrás exibia apenas filmes legendados, passou a ter duas sessões por
semana em que exibe longas dublados e apenas uma com legendados.
8 de out. de 2012
Top 10: filmes com famílias disfuncionais
Família é algo complicado, mas às vezes a sua pode parecer figurante perto de muitas do cinema (ou não). As famílias disfuncionais se caracterizam pelas relações complicadas, cheias de dependências e coisas não ditas, com caminhos pelas drogas, mágoas guardadas e incompreensão. O cinema se apropria dessas famílias com uma intimidade ora assustadora ora melancólica e até mesmo de forma engraçada. Seja chorando os dramas ou rindo ironicamente deles, nós fizemos esse top 10 para que os seus almoços de domingo nunca mais pareçam tão esquisitos:18 de set. de 2012
'Innocence of Muslims': com arte, até a lógica é inocente
17 de set. de 2012
Filmes de terror: quando o que mais te assusta é o roteiro preguiçoso
Nycolas Ribeiro
Comumente me pego reclamando com amigos
de que sinto falta de um bom filme de terror, daqueles que voltam à mente assim
que apago as luzes para dormir e me cubro da cabeça aos pés em uma pretensa
tentativa de me manter seguro de situações improváveis. Atualmente o gênero
terror tem sofrido com o uso exacerbado de clichês do nicho, roteiros
preguiçosos e um público que se contenta com sangue e carne em evidência sem
uma história instigante e psicológica por trás. Tenho a teoria de que os filmes
de terror vivem de ciclos que se iniciam e terminam ao longo de uma década, nos
quais uma ou duas boas produções se destacam, ganham ampla visibilidade, produzem
grandes retornos econômicos, sendo, por último, copiadas incansavelmente por
diretores e produtores oportunistas.
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| Wes Craven e Drew Barrymore nos bastidores de Pânico (1996) |
10 de set. de 2012
A arte de Michael Haneke
Renan Guerra
Não assisti nem a metade dos
filmes de Michael Haneke, mas decidi me aventurar nessa reflexão sobre o cinema
do diretor. Explico-me: criei uma regra, só posso ver um filme do Haneke a cada
dois meses (agora até está perto de ver mais um, pois estes tempos quebrei a
regra e assisti a dois filmes com um intervalo de duas semanas).
Não assisti nem a metade dos
filmes de Michael Haneke, mas decidi me aventurar nessa reflexão sobre o cinema
do diretor. Explico-me: criei uma regra, só posso ver um filme do Haneke a cada
dois meses (agora até está perto de ver mais um, pois estes tempos quebrei a
regra e assisti a dois filmes com um intervalo de duas semanas).
Por que criei uma regra tão
estúpida? Por que cada obra do Michael Haneke é um tour de force pelos nossos
próprios erros, é um esmigalhar das nossas próprias incongruências e essas não
são para todos os dias, é preciso estômago para assistir as nossas agruras na
tela.
1 de set. de 2012
Top 10: Filmes da Sessão da Tarde
“Uma turminha da pesada, aprontando aventuras de montão”.
Era com frases do tipo que todos éramos conquistados a assistir a Sessão da
Tarde, com filmes que (queiram ou não) formaram o nosso caráter. Sonhamos em
ser como aquelas crianças, em ter poderes e até mesmo em defender nossas casas
dos crimes cotidianos. Em tempos menos politicamente corretos, vimos crianças
fumando, portando armas, fazendo descobertas sexuais e se divertindo muito.3 de jul. de 2012
Das páginas às telas
Renan Guerra, Tamara Finardi e Tati Bernardo
As adaptações de obras literárias nacionais para o cinema
“Meu livro preferido será adaptado pa-ra o cinema. Se-rá uma
versão fiel da história? Qual atriz será a protagonista? Esse diretor é
confiável?” Todos nos perguntamos isso, seja você um fã de Crepúsculo, de Sthepen
Meyer, ou de Dom Casmurro, de Machado de Assis. Criamos laços com a obra e a
adaptação para o cinema pode destruir aquele imaginário perfeito que criamos ao
ler. Ao mesmo tempo, um público ainda maior conhecerá aquela história, mesmo
que às vezes ela esteja um pouco (ou muito) distorcida.
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