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Foto: Luciano Costa
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Demorei uma semana para escrever
esse texto. Queria beber daquela inesgotável garrafa de textos poéticos que faz
qualquer um marejar os olhos e, depois de embriagado, quase atingindo um tom
patético, me debruçar no computador para escrever uma obra homérica sob o tema “sorriso”.
Foi com essa prepotência, do tamanho do amor que sinto pela minha mãe, que eu
quis “reinventar a roda”. A verdade é que detesto o clichê, apesar de eu ser um
de 72 quilos. Foi nessa falha busca pela perfeita simetria das palavras que
tornam um texto belo que me flagrei indo contra a singela proposta por trás do
projeto Sorria São Borja.

