Phillipp Gripp
Depois de uma semana conhecendo Minas Gerais - tanto o seu interior como grandes centros -, posso dizer que o estado me passou a impressão de ser um dos mais sertanejos do Brasil – desde o de raiz ao novo universitário e com uma pegada de arrocha que embala festas com seus tchus, tchas e lelelês. Assim como em Belém do Pará podemos ouvir um tecnobrega com letras extremamente escrachadas, ou uma música tradicional, daquelas bem baguais, no Rio Grande do Sul, em cada cidade de Minas ouvimos o soar de uma viola tradicional (se tivermos sorte) ou daquelas letras sem sentido algum que “em Goiânia já pegou, em Minas explodiu, em Santos já bombou”.

